Tuesday, 19 July 2011

Anjo do Amor

Há um Anjo que se apresenta com suas vestes de luz, com suas mãos de doçura, com sua voz sincera... Sempre sorri. Sempre abraça. Sempre envolve e alivia a dor. Não discrimina, nem julga, acolhe sempre a todos. Sua forma gentil e delicada tem feições de força e poder irresitiveis. Às vezes se apresenta como uma luz dourada, outras vezes azul, rosa ou prateada... É sempre da cor exata que nossos olhos puderem enxergar. Alguns o descrevem com feições masculinas, outros com feições femininas. Depende de quem o vê. Para uns é jovem, outros o vêem idoso, por vezes parece uma criança. Porém todos sabem: ele toma a forma que preciso for quando sua presença é necessária. Assim ele pode parecer ser grande ou pequeno. Pode tomar o formato do vento, da lua, das estrelas, do mar, do céu colorido ao entardecer, para promover paz, alegria, saúde ou beleza que emociona. Também pode assumir a voz da mãe que acalenta ou a voz de um amigo e até de um desconhecido nas horas de precisão. Estar presente num beijo enamorado. Naquele abraço, quando tudo parecia perdido. Numa prece compartilhada. Pode estar no sorriso que encanta, ou no pão repartido. Em uma obra de arte ou da tecnologia. Ser a presença de alguém querido quando a doença visita. Apresentar-se em forma de flor, de um arco-íris que surge colorindo o céu, de gotas de orvalho, de chuva que molha a terra seca, gerando vida na alma da Terra. Sua essência pode gerar um livro, ou uma essência que cure e alivie. Para alguns ele pode vir como o carinho de um cãozinho maroto, que o afaga quando o dia torna-se pesado e sombrio. Ou nos sons de alegria vindos de um filho que lhe chama. Quando tocados por sua presença nos sentimos mais fortes e seguimos mais felizes em nossa caminhada, por um certo tempo, até que dele nos esquecemos... Um dia, após muitos encontros com este Anjo descobrimos que ele nos deixou algo: um presente. E esses são tempos de uma experiência única, é quando sentimos que nossas palavras exalam um perfume de encanto. Quando descobrimos, surpresos, que somos nós, agora, quem sempre sorri, sempre abraça, sempre envolve e alivia a dor. Sem discriminarmos a quem, sem julgamentos, acolhendo a todos, de uma forma gentil e delicada, mas ainda assim trazendo feições de força e poder irresistíveis. Há um anjo chamado amor e ele vive na Terra, espalhando bênçãos e tocando corações. Você já o sentiu hoje? Envolveu-se em seu perfume? Ouviu sua voz? Reconheceu seu olhar?
 
 

Sunday, 10 July 2011

Sobre o amor...

O amor é um sentimento destinado à felicidade, tanto quanto ao sofrimento e também à doação. Se você ama (melhor seria dizer: se você é capaz de amar), não espere só grandes recompensas, respostas otimistas. Amar é apesar.
Amor é o sentimento que se instala a partir do primeiro tédio.

Amor não é o que nos atrai em alguém. Isso é atração, paixão, ou qualquer coisa parecida.
Amor é o que nos mantém unidos.
Quanto menos sentimentos exaltados, mais amor, união e durabilidade.
O amor é um sentimento embaraçado nas raízes fundas do sentimento.
Quem ama nem tem consciência dessas raízes. Teme-as. Prefere não vê-las. Porque vê-las será revelar-se. E revelar-se assusta.
O amor é também o sentimento misturado com rejeição, raiva, irritação, convivência, desinteresse, tédio, o vazio a dois, o sumiço da paixão e as emoções mais intensas.
Ele é tão grande, tão pleno, tão poderoso e incrível que resiste a tudo isso, inclusive as impossibilidades, estranho veneno que o alimenta. Mas isso é amor dodói. Amor saudável é apenas bom.
Você não deixa de amar apenas porque já não gosta igual ou não sente a mesma atração. Talvez só agora você comece a ficar maduro(a) suficiente para poder começar a amar.
Pessoas que se atraem à perdição talvez ainda nem começaram a se amar.. Enquanto apenas se atraírem, não alcançarão o amor.

Alcançar o amor tem tanto de renúncia quanto de alegria, felicidade ou glória. Sim, a felicidade pessoal é compatível com o amor. Infelicidade, jamais.

Mas amor é sério demais para almejar apenas felicidade. O amor visa a eternidade. A felicidade é apenas um caminho para ela.
Assim como é preciso alguma crueldade para viver. Assim como há sempre alguma agressão embrulhada em qualquer vitória, assim, também, a alegria precisa de alguma inconsequência. Sem esta, restará apenas a lucidez, que é sempre repleta de ''trágicos deveres''.

Libertando-nos da plena consciência, a inconsequência nos permite alguma alegria. Já felicidade é outro assunto. Está no campo do amor.
Felicidade ganha de alegria assim como amor ganha de paixão.

Mesmo quando venha nesta embrulhado.








Saudade... Triste Saudade...

Há dias, em que a tristeza,
Sem avisar, invade meu coração
Irreverente diante da minha luta
Tenta ser mais forte, mais teimosa

Me faz sentir uma falta imensa
De teu abraço, de teu carinho
Me faz perceber o quanto insana
Tem sido minha espera por ti.

Ao vento sussurro minha saudade,
Com a chuva misturo minhas lágrimas
Ao sol peço secar meu pranto
À lua peço que te encontre.

Busco no infinito,
A força para não desistir
E deixar algum dia em seus braços
Tudo o que de mim, guardei para ti.



LIÇÕES DE VIDA

A cada dia pessoas ensinam lições de vida, mas infelizmente poucas as seguem, nada fazem para serem melhores...

Para elas é fácil ir pelo erro, mas é doloroso tentar consertar... Só que colhemos aquilo que plantamos, e se plantarmos as sementes do mal, em breve virá a colheita.

Só que o tempo é curto, e a mudança ocorre agora, porque o amanhã é incerto, por isso plante em torno de si sementes de Amor, Caridade e Solidariedade, porque nossa passagem aqui é curta e o amanhã incerto.

Friday, 8 July 2011

A MORTE E O MEDO DA MORTE


A consciência da morte acompanha-nos desde a infância, como consciência da destruição absoluta do nosso único e precioso tesouro, o nosso eu.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V




Ao nos dar a memória, a natureza revelou-nos uma verdade amarga e de outro modo inimaginável: a verdade sobre a imortalidade e a morte.
George Santayana, 1863-1952, filósofo americano, Reason in Religion



Ao contrário do homem, o animal, a bem dizer, vive sem conhecer a morte; o indivíduo do género animal goza plenamente toda a imutabilidade da sua espécie, ao não ter consciência de si senão como ser imortal.
Arthur Schopenhauer, 1788-1860, filósofo alemão, Le monde comme volonté et comme représentation



Thursday, 7 July 2011

Eu e Você

Eu e Você
E nada mais,
Nem mais um sinal
Nem mais perguntas.
Eu e Você
Basta para se sentir feliz
O mundo inteiro
Poderia parar e aplaudir Eu e Você,
Pois dançamos muito bem,
Não erramos nem um passo
Que a vida nos ensinou,
E que o amor aprovou.
Nada mais importa,
Basta Eu e Você
Para se escrever uma história,
Para saber o porquê
De tanta alegria

Eu e você
E tudo fica perfeito

Tudo fica completo.
As notas da canção ficam
Fácieis para se aprender,
Para se tocar em um instrumento
Chamado coração.
Tudo é lindo e maravilhoso
Quando se diz: Eu e Você!!!



















Te Amo Amor! :)

Minha Solidão

Com a noite veio a solidão porque é nas horas mais mortas que a nossa alma se põe de joelhos e começa a refletir sobre as coisas que ama. E a noite parecia um manto alto trazido pela tristeza e a nevoa enroscando se na imensidão de vales desolados amortecendo a própria voz dos ramos batidos pelo vento. E a solidão veio falar de saudade. Era uma estranha nevoa coroada por uma luz que ia entrando lentamente no meu coração. Era uma estranho sentimento que iria acariciando de leve a minha alma tocando os recantos mais intimos do meu ser. Compreendi então, meu amor a tristeza de estar sozinha, pois junto comigo trazia as infinitas magoas de sonhar com a ausência de ser amada....