Tuesday, 19 July 2011
Anjo do Amor
Sunday, 10 July 2011
Sobre o amor...
O amor é um sentimento destinado à felicidade, tanto quanto ao sofrimento e também à doação. Se você ama (melhor seria dizer: se você é capaz de amar), não espere só grandes recompensas, respostas otimistas. Amar é apesar.
Amor é o sentimento que se instala a partir do primeiro tédio.
Amor não é o que nos atrai em alguém. Isso é atração, paixão, ou qualquer coisa parecida.
Amor é o que nos mantém unidos.
Quanto menos sentimentos exaltados, mais amor, união e durabilidade.
O amor é um sentimento embaraçado nas raízes fundas do sentimento.
Quem ama nem tem consciência dessas raízes. Teme-as. Prefere não vê-las. Porque vê-las será revelar-se. E revelar-se assusta.
O amor é também o sentimento misturado com rejeição, raiva, irritação, convivência, desinteresse, tédio, o vazio a dois, o sumiço da paixão e as emoções mais intensas.
Ele é tão grande, tão pleno, tão poderoso e incrível que resiste a tudo isso, inclusive as impossibilidades, estranho veneno que o alimenta. Mas isso é amor dodói. Amor saudável é apenas bom.
Você não deixa de amar apenas porque já não gosta igual ou não sente a mesma atração. Talvez só agora você comece a ficar maduro(a) suficiente para poder começar a amar.
Pessoas que se atraem à perdição talvez ainda nem começaram a se amar.. Enquanto apenas se atraírem, não alcançarão o amor.
Alcançar o amor tem tanto de renúncia quanto de alegria, felicidade ou glória. Sim, a felicidade pessoal é compatível com o amor. Infelicidade, jamais.
Mas amor é sério demais para almejar apenas felicidade. O amor visa a eternidade. A felicidade é apenas um caminho para ela.
Assim como é preciso alguma crueldade para viver. Assim como há sempre alguma agressão embrulhada em qualquer vitória, assim, também, a alegria precisa de alguma inconsequência. Sem esta, restará apenas a lucidez, que é sempre repleta de ''trágicos deveres''.
Libertando-nos da plena consciência, a inconsequência nos permite alguma alegria. Já felicidade é outro assunto. Está no campo do amor.
Felicidade ganha de alegria assim como amor ganha de paixão.
Mesmo quando venha nesta embrulhado.
Amor é o sentimento que se instala a partir do primeiro tédio.
Amor não é o que nos atrai em alguém. Isso é atração, paixão, ou qualquer coisa parecida.
Amor é o que nos mantém unidos.
Quanto menos sentimentos exaltados, mais amor, união e durabilidade.
O amor é um sentimento embaraçado nas raízes fundas do sentimento.
Quem ama nem tem consciência dessas raízes. Teme-as. Prefere não vê-las. Porque vê-las será revelar-se. E revelar-se assusta.
O amor é também o sentimento misturado com rejeição, raiva, irritação, convivência, desinteresse, tédio, o vazio a dois, o sumiço da paixão e as emoções mais intensas.
Ele é tão grande, tão pleno, tão poderoso e incrível que resiste a tudo isso, inclusive as impossibilidades, estranho veneno que o alimenta. Mas isso é amor dodói. Amor saudável é apenas bom.
Você não deixa de amar apenas porque já não gosta igual ou não sente a mesma atração. Talvez só agora você comece a ficar maduro(a) suficiente para poder começar a amar.
Pessoas que se atraem à perdição talvez ainda nem começaram a se amar.. Enquanto apenas se atraírem, não alcançarão o amor.
Alcançar o amor tem tanto de renúncia quanto de alegria, felicidade ou glória. Sim, a felicidade pessoal é compatível com o amor. Infelicidade, jamais.
Mas amor é sério demais para almejar apenas felicidade. O amor visa a eternidade. A felicidade é apenas um caminho para ela.
Assim como é preciso alguma crueldade para viver. Assim como há sempre alguma agressão embrulhada em qualquer vitória, assim, também, a alegria precisa de alguma inconsequência. Sem esta, restará apenas a lucidez, que é sempre repleta de ''trágicos deveres''.
Libertando-nos da plena consciência, a inconsequência nos permite alguma alegria. Já felicidade é outro assunto. Está no campo do amor.
Felicidade ganha de alegria assim como amor ganha de paixão.
Mesmo quando venha nesta embrulhado.
Saudade... Triste Saudade...
Há dias, em que a tristeza,
Sem avisar, invade meu coração
Irreverente diante da minha luta
Tenta ser mais forte, mais teimosa
Me faz sentir uma falta imensa
De teu abraço, de teu carinho
Me faz perceber o quanto insana
Tem sido minha espera por ti.
Ao vento sussurro minha saudade,
Com a chuva misturo minhas lágrimas
Ao sol peço secar meu pranto
À lua peço que te encontre.
Busco no infinito,
A força para não desistir
E deixar algum dia em seus braços
Tudo o que de mim, guardei para ti.
Sem avisar, invade meu coração
Irreverente diante da minha luta
Tenta ser mais forte, mais teimosa
Me faz sentir uma falta imensa
Me faz perceber o quanto insana
Tem sido minha espera por ti.
Com a chuva misturo minhas lágrimas
Ao sol peço secar meu pranto
À lua peço que te encontre.
Busco no infinito,
A força para não desistir
E deixar algum dia em seus braços
Tudo o que de mim, guardei para ti.
LIÇÕES DE VIDA
A cada dia pessoas ensinam lições de vida, mas infelizmente poucas as seguem, nada fazem para serem melhores...
Para elas é fácil ir pelo erro, mas é doloroso tentar consertar... Só que colhemos aquilo que plantamos, e se plantarmos as sementes do mal, em breve virá a colheita.
Só que o tempo é curto, e a mudança ocorre agora, porque o amanhã é incerto, por isso plante em torno de si sementes de Amor, Caridade e Solidariedade, porque nossa passagem aqui é curta e o amanhã incerto.
Para elas é fácil ir pelo erro, mas é doloroso tentar consertar... Só que colhemos aquilo que plantamos, e se plantarmos as sementes do mal, em breve virá a colheita.
Friday, 8 July 2011
A MORTE E O MEDO DA MORTE
A consciência da morte acompanha-nos desde a infância, como consciência da destruição absoluta do nosso único e precioso tesouro, o nosso eu.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Ao nos dar a memória, a natureza revelou-nos uma verdade amarga e de outro modo inimaginável: a verdade sobre a imortalidade e a morte.
George Santayana, 1863-1952, filósofo americano, Reason in Religion
George Santayana, 1863-1952, filósofo americano, Reason in Religion
Ao contrário do homem, o animal, a bem dizer, vive sem conhecer a morte; o indivíduo do género animal goza plenamente toda a imutabilidade da sua espécie, ao não ter consciência de si senão como ser imortal.
Arthur Schopenhauer, 1788-1860, filósofo alemão, Le monde comme volonté et comme représentation
Arthur Schopenhauer, 1788-1860, filósofo alemão, Le monde comme volonté et comme représentation
Thursday, 7 July 2011
Eu e Você
Eu e Você
E nada mais,
Nem mais um sinal
Nem mais perguntas.
Eu e Você
Basta para se sentir feliz
O mundo inteiro
Poderia parar e aplaudir Eu e Você,
Pois dançamos muito bem,
Não erramos nem um passo
Que a vida nos ensinou,
E que o amor aprovou.
Nada mais importa,
Basta Eu e Você
Para se escrever uma história,
Para saber o porquê
De tanta alegria
Eu e você
E tudo fica perfeito
Tudo fica completo.
As notas da canção ficam
Fácieis para se aprender,
Para se tocar em um instrumento
Chamado coração.
Tudo é lindo e maravilhoso
Quando se diz: Eu e Você!!!





Te Amo Amor! :)
E nada mais,
Nem mais um sinal
Nem mais perguntas.
Eu e Você
O mundo inteiro
Poderia parar e aplaudir Eu e Você,
Pois dançamos muito bem,
Não erramos nem um passo
Que a vida nos ensinou,
Nada mais importa,
Basta Eu e Você
Para se escrever uma história,
Para saber o porquê
Eu e você
Tudo fica completo.
As notas da canção ficam
Fácieis para se aprender,
Para se tocar em um instrumento
Chamado coração.
Tudo é lindo e maravilhoso
Quando se diz: Eu e Você!!!
Te Amo Amor! :)
Minha Solidão
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